quinta-feira, 7 de agosto de 2014

JR Avelar – Lenda viva da reportagem policial

No início como repórter do PSM



Ugui Gama de Avelar ou JR Avelar é apontado como a lenda viva da reportagem policial paraense e serve de exemplo para gerações de repórteres de rádio, TV e impresso. Nascido na fazenda Teso Comprido no município de Cachoeira do Arari na Ilha do Marajó, filho de Normélia Figueiredo Gama de Avelar e Raimundo Seabra de Avelar Filho (seu Doca já falecido) e como referência neto de Alcides Gama o “Peixe Agulha” (já falecido).
Avelar estudou no Grupo Escolar Delgado Leão e na Escola Municipal José Rodrigues Viana em Cachoeira do Arari e posteriormente ao mudar-se para Belém, completou seus estudos na Escola Municipal Maria Luiza Pinto na Sacramenta, Colégio Alfredo Chaves no bairro de Nazaré, Escola Técnica Federal do Pará onde se formou em Telecomunicações.
Mudou-se para a capital para completar estudos com 16 anos e já em Belém JR Avelar ingressou na área comercial, na extinta Joalheira Sul-Americana, entrando cobrador, depois guindado a vendedor, saindo com gerente da carteira de crédito. Também trabalhou na Eletrônica Astel Ltda. até ingressar na rádio Marajoara há 30 anos. Era o ano de 1984.


Trajetória de sucesso

Nos tempos de TV Guajará
A vida desta lenda do rádio começou com pequenas falas no programa Super Baile apresentado pelo radialista Linoberto Rodrigues_ o “Bareta”_ depois descoberto por José Travassos e Antunes de Carvalho passou a fazer reportagens até que o radialista Augustinho Monteiro o convidou para fazer dupla em um programa aos domingos na Rádio Clube do Pará.
Na área do jornalismo Avelar foi apresentador de programas nas rádios Marajoara AM. Guajará AM e FM e TV Guajará, Rádio Rauland e atualmente na Rádio Clube do Pará, na qualidade de repórter policial.
Na televisão JR Avelar exerceu as funções de repórter, apresentador de telejornal e programas policiais e diretor de jornalismo nas rádios e TV Guajará já extintas. Destacou-se na TV na queda do edifício Raimundo Farias e nas reportagens sobre a queda de um avião no Mato Grosso caso que ficou conhecido como “Comandante Garcez”. E ao longo destes anos, a polivalência do menino que saiu de Cachoeira para escrever seu nome na comunicação paraense o colocou destacado em várias atividades.

Entrevistado por outro grande do jornalismo policial, Adamor Filho.
  • Colunista do Jornal de Ananindeua
  • Repórter e depois editor-chefe por oito anos do Jornal Popular
  • Diretor de redação do Jornal Repórter Rural
  • Colunista e redator do Jornal Folha de Ananindeua
  • Redator-chefe do jornal Tribuna do Pará
  • Diretor do Jornal Folha de Santa Izabel do Pará
  • Secretário de comunicação na Prefeitura Municipal de Ananindeua nas gestões dos prefeitos Fernando Correa e Rufino Leão.
  • Assessor de imprensa na Câmara Municipal de Ananindeua
  • Secretário de Turismo na Prefeitura Municipal de Curuçá.
  • Coordenador do Plano Diretor Urbano dos municípios de Anajás e Acará.
  • Atuou como assessor de imprensa da Prefeitura Municipal de Anajás na gestão de 8 anos do prefeito Edson Barros.
  • Atuou com presidente do Izabelense Atlético Clube no campeonato paraense da Primeira Divisão 1994.
Entrevistando Lopo de Castro

Títulos recebidos:
Comenda que leva o nome do jornalista em Cachoeira do Arari
·       Cidadão de Anajás por indicação do vereador Pedro Mesquita.
·       Cidadão de Ipixuna do Pará por indicação do vereador Carlinhos.
·       Cidadão de Breu Branco por indicação do vereador Adinoel dos Santos.
Recebendo a maior comenda do Estado, a Medalha Tiradentes.
·       Mérito Tiradentes a maior comenda entregue a um civil outorgado pela governadora Ana Julia Carepa.
·       Comendas de reconhecimento pelo trabalho junto a Polícia Militar dos Batalhões: 1º, 2º, 10º, 20º BPM, 1ª CIPM do Mosqueiro, 8ª CIPM da Vigia, 5º Grupamento do Corpo de Bombeiros do Pará, Amigo da Polícia Civil.
·       Em 2014 teve o nome indicado para a comenda “J. R. Avelar de jornalismo” que passa a homenagear profissionais que se destacam em várias atividades no município de Cachoeira do Arari.

Atualmente JR Avelar exerce suas atividades como repórter policial da Rádio Clube do Pará, Jornal Diário do Pará e RBA/TV. Entre os trabalhos policiais de grande repercussão se destacou no caso “Irmãos Novelino” acompanhando durante 12 dias as buscas e esteve nas prisões de todos envolvidos e na chacina que vitimou seis adolescentes em Icoaraci, além da cobertura exclusiva fotográfica do nascimento das crianças siamesas no município de Anajás.
Sendo entrevistado por Carlos Castro
Autor de dezenas de reportagens especiais aos domingos no Diário Polícia onde investiga e aborda casos policiais emblemáticos.
Versátil o profissional de comunicação apresentou programas com músicas do passado, além de apresentação de programas jornalísticos como o Clube da Manhã e Resenha Policial substituindo seus apresentadores titulares.
Com 30 anos de profissão o jornalista J. R. Avelar não pensa em parar. Temido pela bandidagem o profissional tem o respeito da população do Estado do Pará que acredita no trabalho sério e sem maquiagem que o mesmo aborda sempre com a marca da EXCLUSIVIDADE que o caracteriza como um grande profissional da comunicação paraense.


Ficha técnica

Com sua grande companheira, a esposa Dinalva Santiago
Nome: UGUI GAMA DE AVELAR
Pseudônimo: J R Avelar
Idade: 58 anos
Profissão: Jornalista
Contato: 9999-4742 / 8239-8693/ 8863-7863
Casado com a IPC Maria Dinalva Sousa de Avelar
Twether: @imprensaavelar
Wahtsap: 9369-5533


Trabalho: Grupo RBA de Comunicação há 15 anos




















sábado, 2 de agosto de 2014

Márcio Rabello ( Rabellex) - Bom dia Alegria

 Marcio Rabelo é indiscutivelmente um dos maiores nomes surgidos no rádio paraense nos últimos 30 anos. E não é exagero afirmar que ele também figura entre os melhores de todos os tempos por duas características evidentes: transpiração de talento e persistência.
Nascido em Belém no dia 25 de Outubro de 1971 e criado na Cidade Nova (Ananindeua), Rabelo sempre foi aficionado por rádio e sendo comunicativo e irreverente estava predestinado a ser radialista, embora também se dedicasse a prática de esportes, entre tantos, o vôlei e o ciclismo. Contudo faltava-lhe uma oportunidade nos microfones e foi em busca de uma chance que passou a ser figura fácil em todas as grandes emissoras de Belém no final dos anos 80.

Silvio Júnior, na época locutor da Rádio Cidade lembra bem de Márcio Rabelo nesta época. “Ele era o magneto de rádio mais legal que já conheci”. Ainda de acordo com Sílvio, Márcio estudava no Colégio Modelo na AV. São Francisco, entre Veiga Cabral e Tamandaré e da aula, enrolava o caderno no bolso de trás da calça e seguia com fome emendando de uma rádio a outra. “Eu o deixava ficar no estúdio porque ele não era chato e nem ficava perguntando”. Depois Márcio ia à Liberal FM, Rauland, Província e Guajará. O Márcio queria era uma chance e não importava de onde viesse, assim que 

Silvio Júnior, na época locutor da Rádio Cidade lembra bem de Márcio Rabelo nesta época. “Ele era o magneto de rádio mais legal que já conheci”. Ainda de acordo com Sílvio, Márcio estudava no Colégio Modelo na AV. São Francisco, entre Veiga Cabral e Tamandaré e da aula, enrolava o caderno no bolso de trás da calça e seguia com fome emendando de uma rádio a outra. “Eu o deixava ficar no estúdio porque ele não era chato e nem ficava perguntando”. Depois Márcio ia à Liberal FM, Rauland, Província e Guajará. O Márcio queria era uma chance e não importava de onde viesse, assim que a tivesse mostraria talento. Assim aconteceu.

Versatilidade e humor

Em busca desta oportunidade, Márcio foi parar na Carajás FM. Ele integrava uma equipe de principiantes comandados por Heloisa Huhn. Esta emissora queria economizar e investia em novatos. Lá surgiram, além de Márcio Rabelo, Mauro Cleber, João Luiz, Binho Dilon, Marcos Vinicius (hoje na Diário FM), Aldrin Gonçalves, Castilho Jr, Bebel Chaves, Giovane Rosseti.
Mas foi na 99 FM, onde permanece há mais de 20 anos, que o talento do comunicador explodiu. Surgiam no ar os primeiros personagens que fazem tanto sucesso até hoje Vantuí, Laurelito, Amaury Sujeira. Estas criações eram apresentadas em momentos de descontração, fora do ar com os amigos, Nelson Gil, Silvio Júnior e Aldrin Gonçalves. Nascia ali também uma parceira que ganhou os microfones, resultando no quadro a Hora da Sacanagem. Marcio e Aldrin faziam da passagem de programa um para o outro um apanhado de momentos hilários e históricos com a apresentação de tantos personagens.
Do rádio "A Hora da Sacanagem" ultrapasso limites e foi parar no teatro. E o sucesso acompanhou o espetáculo.
Marcio Rabelo também tem experiência em TV como repórter do Programa Comando Geral. Atualmente também divide com Euclides Coelho a apresentação de um show de prêmios.
O dia 30 de Janeiro de 2015 marca um novo ciclo na vida deste comunicador de sucesso. Depois de mais de 20 anos na 99 FM, Márcio Rabelo se despediu da apresentação do Bom Dia Alegria para buscar novos desafios no Rio de Janeiro. Sucesso garantido.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Celso Freire - Radio-jornalista premiado

Celso Luís Barbosa Freire nasceu em 30 de agosto de 1973 no Rio de Janeiro. Chegou a Belém no ano de 1994 para cursar Comunicação Social na Universidade Federal do Pará. Sua paixão pelo rádio surgiu na infância. “Desde moleque ouvia Rádios Globo, Manchete, Tupi e principalmente narrações esportivas. Gostava de acompanhar meu Botafogo”, recorda.
Na época da universidade Celso procurou estagiar numa área próxima ao jornalismo esportivo e foi assim que ingressou em 1997 no jornal Voz de Nazaré e na Rádio Nazaré FM. Mas em 2003 passou para Cultura FM pelas mãos de Ney Messias Junior. Assim Celso Freire se consolidava no radio-jornalismo como repórter do Jornal da Manhã.
Carlos Alberto Silva, Celso Freire, Heloisa Huhn,
Alcyr Cruz e Santino Soares.
Em 2001 abriu na Liberal AM uma vaga para repórter expresso. Obstinado, conquistou o lugar onde a função consistia em buscar notícia nas ruas em uma moto 50 cilindrada em busca de noticia nas ruas. Ele lembra que precisou se preparar para essa nova etapa na profissão. "Em um mês tirei minha habilitação pra pilotar a moto". 
Foi neste ano que, comandado por Meireles Fayal, Celso se mostrou polivalente no radio-jornalismo.  Além de cobrir o dia-a-dia dos clubes paraenses, apresentava jornadas esportivas, entre outras atrações da emissora. Tinha a companhia de Antenor Filho nestas empreitadas radiofônicas. Assim ele conciliava as duas emissoras. Mas em 2006 deixou a emissora pública para ficar somente na ORM. Entretanto o jornalismo impresso ainda fazia parte em sua vida pois, Celso Freire também se mantinha no Jornal Público onde escrevia sobre esporte. Era o ano de 2008.
Grande companheiro de reportagens e premiações, o saudoso José Luis Silva.

O talento deste jovem é refletido nas premiações seguidas no jornalismo. E assim conquistou vários, inclusive na companhia do saudoso José Luís Silva. Entre tantas conquistas entre troféus, certificados e quantias em dinheiro se destacam os concursos do IGE, Paratur, Fiepa, Sebrae, AMB, HGSBC, CNI, Estácio.