terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Francisco Urbano

Se o ex-craque Paulo Roberto Falcão chegou a declarar que "o jogador de futebol morre duas vezes. A primeira, quando para de jogar", pode-se dizer que o radialista nasce duas vezes. A última, quando estreia no rádio. No caso de Francisco Urbano, nascido em Belém no dia 6 de Junho de 1957, a estréia nos microfones se deu em 1986, na Rádio Clube do Pará, quando esta funcionava no Travessa Curuzu. "Comecei no programa Plantão da Meia Noite, apresentado por José Lessa. Nesta época também tinha na equipe o professor Beraldo Francês. Mas posso ressaltar que muitos radialistas foram importantes na minha formação como profissional, mas citar nomes seria correr o risco de deixar alguém de fora", relembra ele.
Além da Rádio Clube, Francisco também trabalhou em outras emissoras: Rauland, Liberal e Marajoara. Ao longo de sua carreira, ele sempre trabalhou ligado ao esporte, sobretudo o futebol. Dentre os destaques da carreira deste radialista esta a cobertura do jogo Brasil  x Argentina, no Mangueirão, em 2011.
Segundo o radialista a família é a base de tudo, dentro e fora do rádio. E foi movido por problemas de saúde na família que Francisco Urbano decidiu se afastar dos microfones no final de 2014, no auge da carreira, compondo a melhor equipe de rádio esportivo, na Rádio Clube, comandada por Guilherme Guerreiro. Foi uma decisão corajosa de quem tem talento e experiência para voltar quando puder. Afinal, como diz àquela canção escoteira "Não é mais que um até logo. Não é mais que um breve adeus. Bem cedo, junto ao fogo, voltaremos a nos ver".

domingo, 14 de dezembro de 2014

Nilton Cesar - "O Indomável"

Entrevistando o craque Pikachu
Nilton Cesar, também conhecido como "O Indomável",   nasceu em 14 de Dezembro de 1973. Foi setorista da Tuna Luso. Mas foi ao noticiar, nos microfones da Super Marajoara AM, o dia-a-dia do Paysandu que ele escreveu seu nome na história do rádio paraense. Este, aliás, é o orgulho de Nilton. Já são mais de 13 anos acompanhando o time de coração, diariamente. "O bicola é o time que mais glórias deu ao futebol paraense, o maior detentor de títulos no futebol estadualç além de centenário, possui a maior torcida do Norte. Será que alguém tem dúvida disso?", indaga o repórter. Entre os muitos furos de reportagem, Nilton foi o primeiro a noticiar a contratação do craque Wandick Lima pelo Paysandu, que anos depois se tornaria presidente do clube. "A notícia era tão importante na época que ele entrou no lendário programa policial "A Patrulha da Cidade", já que a "Sentinela Esportiva" já tinha terminado.
Com Diego Beckeman entrevistando Lecheva
Sua ida para a Curuzu foi a partir da indicação do então corrdenador de esportes da emissora, Nildo Matos e do chefe da da equipe esportiva, Toninho Silva.  

Fonte: Jornal da Aclep

Haroldo Caracciolo - "que lambada da boa"

 
"Vai Ai Uma Lambada" !! Era o "pedido" na década de 1960/70, do radialista Haroldo Caracciolo, para que os donos de bares colocassem uma dose de Cachaça/Pinga, aguardente no seu copo para beber. E com esse bordão (uma expressão comumente repetida por alguém, ou alguma atitude repetida, sempre em uma determinada situação. Também serve para facilitar a identificação de diversos personagens no meio humorístico/artístico), o radialista que muito jovem se viciou na bebida alcoólica, pedia para os atualmente chamamos de DJ, seus companheiros de rádio, já na década seguinte de 70, que eles colocasse uma música para os ouvintes, geralmente músicas do Caribe chamadas de Merengues. E quando ele usava esse bordão na rádio, saia rapinho para degustar uma lambada. Tomava e levantava os braços estalando os seus dedos. "que lambada da boa". 
Haroldo Caracciolo por grandes emissoras, onde despontou seu talento. Destaque para a Rádio Liberal no início da década de 70. Também passou pela Rádio Clube e Educadora de Bragança, cidade onde faleceu em decorrência de problemas provocados pelo alcoolismo.
Fonte: Paulo e Fabrício Caracciolo


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Hilbert Nascimento, o Binho Dilon

 Hilbert Nascimento, o Binho Dilon, nasceu em Belém, no dia 10 de janeiro de 1969. Formado em Comunicação Social e Relações Publicas pela Unama, ele iniciou no rádio em junho de 1986 na Carajás FM, hoje 99FM. Ele foi apresentado ao rádio pelo amigo Mauro Cleber que o levou pra fazer um teste. E na Carajas FM, Binho ficou por uns dois meses. Depois foi pra Radio Cidade FM, onde passou um mês.
Em agosto de 1986 se transferiu para a Radio Liberal FM, a convite do Giuseppe Tomazzo.
Na emissora da família Maiorana Binho Dilon passou pela madrugada e logo assumiu o a apresentação do Good Times e neste programa romântico ele permaneceu até 1992, quando saiu da locução.
A partir daí passou a agir nos bastidores. Primeiro ficou na área Comercial da TV LIberal. Ficou no atendimento publicitário da Ivo Amaral Publicidade e depois na CA Comunicação.
Em abril de 1993 fui convidado para assumir a direção comercial de uma então nova rádio popular, que iria entrar no mercado. Tratava-se da implantação, juntamente com Sérgio Duarte, da 99 FM. Binho também participou nesta época da reformulação da Rádio Clube do Pará.
Ele ainda incorporou a direção comercial da Antena 1 FM e da TV RBA. Mas em 1999 saiu da da Antena 1 e criou com o Kleber Barros e o Julio Araújo, a Diário FM.
Em dezembro de 2001 deixou a RBA, cada uma liderando a audiencia em seu segmento e foi contratado para assumir a Direção Geral do Sistema Liberal de Rádio. Ele foi responsável pela mudança dos estúdios da Radio Liberal para Braz de Aguiar.
Atualmente Hilbert Nascimento é Diretor do Sistema Jangadeiro de Rádio, em Fortaleza. São 8 emissoras FM, sendo 2 na capital e 6 no interior. São emissoras como Tribuna Band News FM 101,7 que é afiliada a Rede Band News de São Paulo. Também tem a Jangadeiro FM, segunda colocada em audiência na capital cearense e a Redde Jangadeiro FM que cobre 75% do estado do Ceará

Com a 99FM ganhou um Top de Marketing da ADVB-Pa e outro Top de Marketing com a Diário FM. Na Liberal ele ganhou duas Comendas de Mérito da Assembleia Legislativa do Pará, que são as honrarias mais importantes da Casa.

Janjo Proença - Jovem Pan

  João Augusto Proença, o “Janjo” marcou sua história no rádio atravpes da Rádio Cidade e da Jovem Pan. De riso solto, descontraído, a história de Janjo e sua família se confundem com boa parte da Comunicação radiofônica no Pará. Seu avô era Edgar Proença que juntamente com dois amigos, Roberto Camelier e Eriberto Pio, trouxe para Belém, no final da década de 20 do século passado, a primeira emissora de rádio e a quinta em todo o Brasil. Ou seja, a legendária PRC-5, a “voz que falava e cantava para a planície” nasceu na família Proença. Na família também nasceram outros radialistas, Edyr Proença e os irmãos Edyr Augusto e Edgar Augusto.
"Já adulto, comecei a discotecar. Trabalhei como DJ – era moda – e eu já era de rádio...", conta ele  que ainda acrescenta ter  passado boa parte de sua vida dentro da discoteca da Rádio Clube (que sucedeu a PRC-5, ). "Eram mais de 30 mil vinis ali e foi meu primeiro emprego. Era uma coisa que o papai tinha, se a gente quisesse trabalhar:_ Vai trabalhar lá na rádio", recorda Janjo cujo ofício na época era limpar os vinis, organizá-los, separá-los de acordo com a playlist.
Na Rádio Cidade, ao lado de Jones Tavares e Edyr Augusto ajudou a revelar talentos como Carlos Alberto e Sílvio Júnior, entre outros. Na apresentação do Sequência Máxima da Jovem Pan, Janjo Proença também se destacou. O talento é de família.
Fonte: Revista Leal Moreira

Beth Dopazo - Multitalentosa da comunicação

 Bernade Dopazo de Vasconcelos, mais conhecida como Beth Dopazo nasceu em 16 de agosto de 1964. Formação em filosofia, com especialização em marketing. Multi talentosa na comunicação, Betty transita com maestria no marketing, rádio, teatro, televisão, cinema, fotografia.
Mas no rádio ela iniciou em 1986 na Rádio Cultura Onda Tropical, aprovada no teste da Iara Brasil, atriz e locutora. Seu primeiro emprego, ao mesmo tempo em que estava em cartaz como protagonista na peça 'A Mulher Sem Pecado', de Nelson Rodrigues, produção do Grupo Experiência. "Gosto de televisão como se fosse rádio. Tem que ser espontâneo, improvisado. Não gosto do jornalismo. Eu gosto da produção, de trabalhar criando a cada dia, exercitando-me', explica.
No cinema, grávida, foi figurante na película a Floresta das Esmeraldas, dividindo o espaço com a atriz paraense Dira Paes. Na televisão, apresenta programas especiais na cultura. Conheceu ainda, o funcionamento da então Rádio Cidade.
No marketing direto, esteve representante e divulgadora da gravadora Warner Music e Abril Music.
Na rádio Cultura, Betty apresentou programas de grande sucesso. Entre eles o Rota 93, ao lado de Ismaelino Pinto.


Fonte: Morenocris

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Agenor Santos - o Trovão

Agenor Santos fazia parte da propaganda volante do senhor Raul dos Santos Ferreira que era chamado de “senhor rauland”, “a voz de ouro do Pará”, “o som da Amazônia”, amplificando a emoção dos paraenses. Embora já tivesse um nome consagrado em rádio AM, Santos era famoso também por este trabalho de comunicação fora do ar, no caso a cobertura da sonorização de “poste” do evento religioso o “Arraial de Nazaré” onde a marca dos Ferreira era conhecida como “Rauland: A voz de Nazaré”. Junto com os filhos e o irmão de Raul Ferreira, o comunicador dirigia o evento dentro do espaço físico onde se instalavam (e se instalam), os parques de diversões às proximidades da Basílica e do Centro Arquitetônico de Nazaré. Talvez, nem se desse conta de que estava dando ignição a um dos mais tradicionais Grupos de Comunicação do estado do Pará. Ali nascia a Rauland, a primeira FM do Pará e sendo praticamente um membro da família o “Caboco Agenor”, como foi apelidado pelo patrão foi responsável, junto com outros nomes a fazer na FM uma programação de AM, com utilidade pública e musicas populares. Santos já tinha a experiência da Rádio Clube onde fez muito sucesso na década de 70 com sua voz marcante e apresentação popular.
Afinal, até então, as FMs mantinham na programação musical MPB, música internacional, etc. E foi com esta “nova onda” que a Rauland já chegou conquistando ouvintes e Santos fez parte de todo esse processo histórico. Apesar de que nesse período a Guajará que também tinha passado para FM, também tentava popularizar sua programação, a emissora dos Ferreira era imbatível pela aposta em nomes experientes como, além de Agenor Santos, Edson Matoso e Kzan Lourenço. 
Além da Rauland, Agenor Santos também passou pelas Rádios Marajaora e Clube. Seu falecimento precoce deixou um vazio no rádio que até hoje não foi superado, embora amenizado pela recente ascensão do seu filho, também Agenor Santos, que na apresentação do programa de maior audiência da TV paraense tras a recordação do “Caboco” de talento incomparável na comunicação.
Atualmente, o filho do "Caboco" faz sucesso como apresentador de TV e rádio, de mesmo nome, o jovem não esconde o orgulho do pai, Agenor Santos.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mauro Cléber

Jornalista, radialista e executivo, Mauro Cléber nasceu para o rádio numa das décadas mais produtivas de radialistas, os anos 80.
Foi em meados de 1984 que ele iniciou na Rádio Carajás, hoje 99 FM. Ele conhecia Hélio Dória, que o levou para fazer um teste com Heloísa Huhn. Passou também pela 100,9 FM, Rádio Jovem, Rádio Cidade e Jovem Pan. Atualmente presta consultoria de marketing para Mix e Marajoara AM. Mauro também possui experiência como apresentador de programa de TV. Mauro também possui experiência de colunista no jornalismo impresso jornal.
Foi diretor de marketing da ADVB. Em seguida se tornou presidente e hoje é conselheiro. Também possui uma agência de comunicação e consultoria. Afinal ele é especialista em consultoria artística, comercial e marketing de rádio.
Segundo Mauro, o rádio mudou numa velocidade brusca mas não perdeu a magia da locução. "Isso me encanta", diz ele.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Marcos Aleixo – Repórter Cultura

Formado em Administração, com ênfase em Marketing, tem experiência de quase 20 anos em rádio e televisão, atuando como produtor, editor, apresentador e repórter. É repórter da Rádio Cultura há sete anos e há seis atua como repórter também na TV RBA. Tem experiência também como locutor de rádio e apresentador de TV.
J Batista,José Vieira,Saudoso Chefe Hamilton Pinheiro,e eu na primeira festa da Fiepa


Fonte: Concurso Fiepa de Jornalismo

Carlos Ferreira - Comentarista Padrão

 Todos os dias, ele é presença garantida no Bom Dia Pará da TV Liberal. É pensar em esporte e logo se associa o nome de Carlos Ferreira, nascido em 15 de Novembro de 1964, em Castanhal-Pa Já são mais de 10 anos na mesma emissora. Mas a trajetória de Carlos na comunicação começou no rádio em 1981como repórter esportivo na Rádio Rauland AM de Castanhal.
Passou pela Rádio Clube do Pará mas atualmente integra a equipe esportiva da Rádio Liberal CBN.
Ao longo de quase 35 anos fez jornalismo geral no Rádio. Na TV e Jornal somente jornalismo esportivo. É uma paixão provocada pelo fascínio que o Rádio sempre exerceu sobre ele, especialmente com as transmissões de futebol. Segundo ele o que é fascinante no jornalismo esportivo é “a liberdade que o tema oferece para a criatividade na abordagem. O esporte é uma tradução da sociedade. Expressa as ilusões e desilusões, a criatividade, a agressividade, o perdão, a competitividade, o congraçamento, a figura do herói, a figura do vilão, as contradições, as injunções políticas, os aspectos legais, fisiológicos, sociais. O esporte é um riquíssimo laboratório social à luz do jornalismo.
Carlos Ferreira” conforme ele disse em entrevista em 2013.
Está em permanente aprimoramento. “Minha experiência mais gratificante foi a cobertura da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, com dois meses de trabalho, circulando por outros países da Europa, convivendo com os melhores profissionais do jornalismo esportivo do país” comenta. 

Guto Miranda - Voz de Campeão

Guto na Rádio Marajoara FM
Nascido no bairro da Pedreira, em Belém, no dia 27 de maio de 1971, José Augusto Miranda Maciel, o Guto Miranda, já demonstrava talento para a comunicação. Enquanto acompanhava aos jogos entre Asas do Brasil x Expressinho no campo onde hoje existe um edifício, o então menino, impressionava pela comunicação fluente e o timbre de voz grave. Começou cedo, em carro som, inda adolescente na empresa Torres e Propaganda.
Mas foi em um concurso Voz de Campeão em 1999 que Guto mostrou todo o seu talento nos microfones. Tratava-se de uma vaga para substituir Geraldo Magela que deixou a Liberal FM. O concurso mobilizou milhares de concorrentes. Afinal, tratava-se de uma vaga para substituir campeão de audiência das manhãs naquela época. O comunicador perdeu a disputa feita pela internet, o que até hoje é questionado por muitos que acharam o resultado injusto. Contudo, o resultado motivou ainda mais o comunicador a lutar para sonho do sucesso em rádio. E nesta busca ele passou por várias rádios piratas (Digital FM de Ananindeua, entre outras), comunitárias ( Belém FM). Acrescenta-se também a presença de Guto Miranda em locuções de porta de loja e campanhas políticas.
Digital FM - 2004
Evangélico, Guto sempre acreditou que tinha uma promessa de Deus a ser cumprida na sua vida. E depois de ser indicado para fazer locução de chamadas e vinhetas na TV Liberal, passou em pouco tempo, ser a voz padrão da emissora. Seu talento, inclusive, já o levou a viajar por vários Estados, inclusive o Rio de Janeiro, onde conheceu as Organizações Globo em um curso de especialização.
         Guto Miranda já passou por outras emissoras Rádio Marajoara FM. Atualmente, além da TV Liberal, ele trabalha na Rádio Boas Novas FM onde além de realizar o sonho de criança no rádio, evangeliza milhares de ouvintes.









quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Nonato Cavalcante - O Sabe Tudo

 Raimundo Nonato Cavalcante Nascimento nasceu em Traquateua ( que era Vila de Bragança) em 14 de Agosto de 1953. Começou no rádio quando venceu, em primeiro lugar, um concurso de locução na Rádio Educadora de Bragança. Tinha 21 anos quando chegou à Belém para ingressar no Jornalismo da Rádio Marajoara, pertencente aos Diários Associados. Nessa época a constelação da emissora tinha Ronaldo Pastor, Geraldo Magela, Paulo Ferrer, Gilberto Martins, entre outros. 
Ali passou um mês até se transferir para a Rádio Liberal no departamento de esportes. A equipe chefiada pelo narrador esportivo Jayme Bastos tinha o comentarista Grimoaldo Soares, Guarany Júnior e Raimundo Lima no BTP e os Pontas de Gol eram Edson Matoso e o recém chegado Nonato Cavalcante.
No ano seguinte retornou ao time da Super Marajoara mas para os departamentos de Esporte e o de Jornalismo. Ali trabalhou de 1975 até o início de 1981. Naquele ano a emissora foi vendida e Cavalcante se transferiu para recém inaugurada Rádio Cultura, então funcionando em Marituba.
Era Janeiro de 1982  quando foi levado por Ronald Pastor à Rádio Liberal. Mas em 1986, convidado pelo finado Cepeda, voltou à Rádio Marajoara, já de propriedade de Carlos Santos.
Então diretor de programação da Rádio Marajoara, Cepeda
levou Nonato Cavalcante para emissora de Carlos Santos em 1986
Em Dezembro de 1994 participou da maior reviravolta no rádio paraense quando foi contratado pela para a Rádio Clube, então última colocada no Ibope. Depois da contratação de Nonato Cavalcante vieram outros nomes como Guilherme Guerreiro no esporte ( que assim como Nonato, trouxe consigo um timaço de radialistas) e a emissora passou a crescer no gosto popular e desde então se mantém líder absoluta entre os ouvintes.

Clube da Manhã


No caso de Nonato Cavalcante, de emissora nova, já como Diretor de Jornalismo, criou o Clube da Manhã. E no primeiro ano Costa Filho, na Rádio Liberal, ainda era o preferido dos ouvintes. No ano seguinte, porém, o Clube da Manhã conquistou o primeiro lugar na audiência e nunca mais deixou este posto.
“Bom dia, Belém! Bom dia, Pará! Bom dia, Brasil! Bom dia, Mundo!”. É com esta saudação vigorosa, diariamente, de segunda a sexta, à partir das sete horas, que Nonato Cavalcante abre a programação jornalística investigativa de sua equipe de redatores, locutores e rádio-repórteres com o programa "Clube da Manhã". Programa jornalistico com comentários, análises dos conhecimentos do dia-a-dia, informações sobre trânsito da cidade, economia, política, horóscopo e entrevistas que fazem o jornalismo da Rádio Clube dar um banho de liderança e aceitação popular. Isso porque, como sempre afirma Nonato Cavalcante, "aqui, definitivamente, você sabe tudo". Por esta expressão que Nonato ganhou o apelido de "Sabe Tudo" do "Repórter de Todos do Tempos", Carlos Estácio.

sábado, 1 de novembro de 2014

Paulinho Montalvão - o repórter ação

            Ele começou no rádio em meados da década de 80 na Rádio Guajará em uma das mais férteis épocas da comunicação radiofônica no Pará. São da mesma época Nonato Pereira, Wladimir Costa, Valm ir Rodrigues, entre outros. Nos anos 90, Montalvão se destacou como repórter no programa Chamada Geral, apresentado por Wladimir Costa. Nesta época também despontaram Jorge Wilson e Jefferson Lima.

Depois Montalvão passou pelas rádios Liberal, onde apresentou "Metrópole em Alerta". Montalvão sempre usa em suas apresentações máximas que são incorporadas. Assim foram popularizadas frases como "Ela te colocou chifres e não asas, para com isso, as pessoas tem que aceitar uma separação, a fila anda e a vida também!".
Na Marajoara o comunicador nascido em 14 de setembro de 1962 se destacou na apresentação do lendário Patrulha na Cidade.
Paulinho Montalvão é publicitário, jornalista, radialista e jornalista e agora também é acadêmico de Direito.
Agora na apresentação do Linha de Frente pela Rádio Clube, Paulinho continua a apresentar o cotidiano da cidade, reportagens investigativas, críticas de fatos do interesse da população, além de um serviço disque denúncia.

João Cunha - Ritmo do Jogo

Nascido em 5 de junho de 1954, João Cunha é um dos melhores comentaristas esportivos do Pará. Elegante na locução e transbordando cultura. Assim é João Cunha. Ele tem uma trajetória de vida ligada à cultura paraense, sobretudo o carnaval. O radialista é compositor de sucesso muito querido entre os amantes do samba. E foi assim que ele foi parar na Rádio Marajoara. Mas em Outubro de 1999 João Cunha ingressou na Rádio Clube e na ânsia de juntar numa atração de rádio a cultura, a música de qualidade, mais futebol, João Cunha criou o Ritmo do Jogo. Atração de amplo sucesso nas tardes de sábado que conta com a participação de ícones do rádio como Cláudio Guimarães, Valmir Rodrigues e os eletrizantes falando de Remo e Paysandu, Paulo Caxiado e Dinho Menezes, respectivamente. O Ritmo do Jogo é inovador. Em comoemoração aos seus 14 anos chegou até a promover uma Copa de Futebol Pelada, claro, com muito samba.
Tantas glórias no rádio, segundo ele próprio, não seriam possível sem o apoio incondicional da esposa, Maria da Graça.




terça-feira, 28 de outubro de 2014

Rosa Moreira

Redatora, locutora noticiarista, apresentadora animadora da Rádio Cultura do Pará FM, desde 1991. Apresentou o programa FONOGRAMA de 2006 a 2010. Desde 2013 apresenta o Programa Momento Sebrae, do Sebrae Pará. E de 2004 a 2007 atuou como locutora noticiarista da Rádio Clube do Pará – AM. Atuou também na área de Marketing Político, na locução de campanhas eleitorais, em Belém e Macapá, e na área de Publicidade e Propaganda, na locução de spots comerciais para rádio e TV. Atualmente é apresentadora do Jornal da Manhã, redatora e noticiarista da Radio Cultura FM.

José Travassos - Show da Cidade


O vozeirão de José Travassos contrastava com o físico. Magrinho, aparentemente frágil, tornava-se um gigante ao começar a falar. E não media esforços para ser o primeiro a dar uma notícia no rádio. E a exclusividade da notícia exigia muito do rádio-repórter. Em junho de 1963, José Travassos ficou cerca de uma semana de plantão na Rádio Guajará, chegando até a ficar barbado, para ser o primeiro a divulgar a morte do Papa João XXIII, cujo estado de saúde era grave. Travassos obtinha as informações da Rádio do Vaticano, em Roma, que veiculava de hora em hora boletins em vários idiomas sobre o quadro clínico do Papa.
Numa dessas ocasiões, a Rádio estava transmitindo em espanhol, quando anunciou a morte de João XXIII. Travassos, que entendia um pouco do idioma, ganhou as glórias do furo.
Na década de 70, Travassos também fez muito sucesso. Foi na Rádio Marajoara quando ela ficava na José Malcher, no terreno onde hoje funciona o Colégio Sophos, Naquele prédio, em frente era a TV Marajoara, a rádio era lá atrás, no mesmo terreno.
Em 74, sob o comando de Ronald Pastor, que depois se tornou diretor de rádio da Cultura, José Travassos fez sucesso a partir de um modelo de programa inspirados nas emissoras de fora do Pará.
Nessa altura a Rádio Marajoara tinha como principal modelos as rádios do Rio de Janeiro, sobretudo a Tupi. Tinha aqueles programas abertos para o povão que, programas que viraram trincheira do grande público, daquele público carente, pobre, que procurava a rádio para reivindicar alguma coisa, um emprego, uma cadeira de rodas. Então era aquele rádio de forte apelo popular.

A Marajoara tinha de manhã o Show da Cidade , comandado muitos anos pelo José Travassos. O Travassos fazia o Show da Cidade a partir de 8 da manhã até o meio dia. Tinha aquelas seqüências todas musicais, o ouvinte pedindo reivindicando, as denúncias, as queixas também que o povo, aquele povo pobre das baixadas, das periferias reclamava disso e daquilo e procurava a rádio pra fazer isso, pra tornar pública a denúncia e isso dava uma grande audiência à Rádio Marajoara que ficou justamente na pesquisa do IBOPE, de opinião pública, campeoníssima ,acho que por quase 20 anos.

sábado, 25 de outubro de 2014

Geraldo Magela - Paranóia

Um dos comunicadores mais queridos do rádio e da TV paraense, Geraldo Magela nasceu em 2 de março de 1975. Radialista e apresentador do Paranóia, Magela começou no teatro com 12 anos pela Unespa ( Unama). Começou em 1996 no rádio, mas três anos antes foi descoberto num show de Chico Anísio em Belém. "Eu fiquei uma hora e meia contando piadas e imitações. Alguém de uma emissopra de televisão viu e gostou. Chamou-me pra fazer  um piloto e assim entrei para o meio da comunicação", recorda ele. Em 1999 foi eleito revelação do rádio, no qual rendeu uma matéria no programa Vídeo Show. A partir daí sua carreira deslanchou. Fez sucesso na Rádio Liberal apresentando o Show dos Bairros. No inócio dos anos 2000 passou para a 99 fm. Mas o sucesso de Magela explodiu no programa humoristico Paranóia. Foi nesta atração líder de audiencia na RBATV que o comunicador apresentou o clip "Vu pra Cametá", uma paródia de "Gangnam style" com milhares de acessos no You Tube dentro e fora do Brasil.

J. Ribamar - Notícias do Pronto Socorro

Pouco se sabe sobre ele. Somente que marcou época no rádio, principalmente no lendário programa Patrulha da Cidade. J, Ribamar era o responsável pelas notícias do Pronto Socorro. Praticamente vivia “de campana” em frente o PSM da 14 de Março de onde registrava, em primeira mão, grandes furos jornalísticos e numa época em que não havia telefones celulares e nem tanta tecnologia. Mas J. Ribamar tinha ao seu favor uma infinidade fontes, além do eficaz faro jornalístico. Atuou ao lado  de grandes nomes como Adamor Filho, José Guilherme, Jota Meninéia, além da dupla Astrogildo Corrêa “o amigo público número um” e Oséias Silva, que juntos faziam a “Consciência do Braguinha”, quadro humorístico de muito sucesso durante décadas. E foi entre verdadeiras feras do rádio paraense que o jovem Wilares Sousa se fez grande.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Kako Barros - O comunicador da paz

É formado em Gestão e Produção de Eventos. Trabalha como radialista profissional há 15 anos. Professor e Palestrante há 4 anos. Servidor Público da Polícia Civil Pará há 18 anos. Palestrante Motivacional. Apresentador e Animador de Eventos Sociais e Empresariais há 12 anos. Atualmente comanda o programa “Show dos Bairros” na Rádio Liberal FM.

Fonte: ORM







domingo, 19 de outubro de 2014

Astrogildo Corrêa - o Amigo Público Número 1


Com Tacimar Cantuária na época das Associadas
Ele é uma das lendas vivas do rádio paraense cuja vinheta marcou gerações de ouvintes de rádio da Rádio Marajoara AM: "Astrogildo Corrêêêêêêêia, o amigo público número 1". Foi com um programa de utilidade pública que o "Astro" se tornou uma das figuras mais populares do rádio. E foi neste segmento que ele fez escola. Tanto que a partir dele, as demais emissoras passaram a ter prestação de serviço, orientação aos ouvintes sobre achados e perdidos.
Mas sua carreira iniciou nos primeiros anos da emissora, ainda nos tempos dos Diários Associados, de Assis Chateaubriand ao lado de nomes como Tacimar Cantuária, Mario Tavernard, entre outros, fazendo rádio novela. Com o tempo  a televisão ganhou o mercado do rádio-teatro
O protocolo foi quebrado mais uma vez com a apresentação de Astrogildo Côrrea e Oseias Silva fazendo uma interpretação do que era o programa “A consciência do Braguinha”, programa humorístico com grande audiência.
Astrogildo Corrêa também se destacou na apresentação do programa policial Patrulha da Cidade, que fez de Paulo Ronaldo uma lenda do rádio.