sábado, 28 de dezembro de 2013

Jorge Luiz - o garotinho que sabe o que diz

Nascido em 1955, Jorge Luiz Silva é, para muitos, disparado o maior talento da narração esportiva paraense. Natural de Bragança, interior do Pará, desde muito cedo mostrava talento para comunicação. Acompanhando as narrações de seus ídolos no rádio decidiu que mudando para a capital paraense conseguiria uma oportunidade para seguir na comunicação. E foi assim que, em 1983, chegou a Belém.
O tom grave da voz e a fluência lhe garantiram ingresso no rádio numa época em que grandes nomes também despontavam. Apelidado de “O Garotinho que sabe o que diz”, Jorge Luiz passou por outros prefixos, inclusive a Rádio Liberal AM, mas foi na Rádio Marajoara  AM que ele ficou 14 anos narrador e coordenando equipes esportivas. Nesta emissora, além de liderar os “Titulares do Esporte”, o “Garotinho” também apresentava um programa de variedades de muito sucesso que influenciou gerações de radialistas, o “Show da Cidade”.
Depois de narrar os principais momentos esportivos do futebol paraense na emissora de Carlos Santos, em 2013 Jorge Luiz surpreendeu o mundo da comunicação paraense ao apostar em um novo projeto esportivo, a Equipe Bacana da Metropolitana FM.
Nesta nova empreitada, o narrador embarcou em um campo pouco jogado ainda: esporte em FM. Apoiado pelo deputado federal Wladimir Costa, idealizador do projeto esportivo, Jorge Luiz montou uma equipe mesclando a experiência de Laulito Miranda, Mario Jorge e do saudoso Nonato Santos com a juventude de Felipe Silva, entre outros. Não deu outra: sucesso. E em ano de Copa do Mundo, no Brasil, Jorge Luiz ainda tem muitas emoções para passar aos amante de futebol.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Paulo Caxiado - O Fenômeno Azul



Pensou no “Leão de Antonio Baena”, não tem como esquecer de Paulo Caxiado. Nascido em 4 de novembro de 1956, ele inflama a rivalidade no Re x Pa. Assim como Dinho Menezes pelo Paysandu, Caxiado é o legítimo representante da torcida (neste caso remista) nos gramados. Seja em Belém ou fora do Estado, não importando se o clube está em alta ou não, este repórter está ao lado do Leão, com quem ele conversa nas narrações esportivas, o que diverte ainda mais os torcedores, aumentando as provocações (sadias) do clássico “Rei da Amazônia”.
Tanto carisma já lhe rendeu até homenagem do adversário, em clima de gozação, é claro. Certa vez o atacante Zé Augusto do Paysandu fez uma comemoração, no mínimo, inusitada após marcar um gol num Re x Pa. Na hora que marcou o gol que decretou a vitória do Bicola, o “Terçado Voador” imitou uma pessoa mancando, deixando muita gente curiosa sobre o que aquilo representaria. Passado o momento de euforia, o Zé da Galera confidenciou. “Imitei um grande repórter que trabalha no clube rival”, revelou se referindo ao folclórico repórter Paulo Caxiado que não perdeu a esportiva ao saber que o gol foi batizado de “Mancuso”.
Há 21 anos trabalhando na área esportiva e há 19 anos setorizado no Clube do Remo,  “Caxi” explica sempre que “Essa questão é apenas um acirramento do RexPa. Crio situações engraçadas para o clássico, coisas que o torcedor gosta”, garantiu.
Cobrindo o Filho da Glória e do Triunfo, Caxiado se considera um vencedor. E os números comprovam isso. Além de memoráveis participações em campeonatos nacionais, como o título da Série C de 2005 e uma quarta colocação na Copa do Brasil, o repórter já acompanhou mais de 10 títulos estaduais do clube. 
Além da irreverencia, Paulo Caxiado é perito em marcar ídolos remistas com apelidos que se tornam verdadeiras marcas: O príncipe Gian, O Imperador Júlio Cesar, Rei Artur, Seu Boneco Agnaldo, etc. Também é um excelente criador de expressões. Entre as mais famosas uma que se refere ao Remo, mas que também serve para este grande talento do rádio: O Fenômeno Azul. 
2015 é marcado na história deste repórter setorista como o ano da homenagem feita pela Escola de Samba Embaixadores Azulinos como tema de samba enredo no Carnaval de Belém: "A voz que estremece a planície e enaltece o Leão - Paulo Caxiado".



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Dinho Menezes - O Bola de Fogo

Foto de 1987, na extinta Rádio Guajará Fm.
Valmir Rodrigues, Dinho Menezes com cabeleira e o saudoso Ted.
Ele é a voz do Paysandu nas narrações esportivas da Rádio Clube do Pará AM. E é ao comando deste setorista que o Lobo Bicolor uiva inflamando os torcedores que  se divertem enquanto os remistas o respeitam pelo profissionalismo. Nascido em Belém no dia 8 de maio de 1971, Dinho Menezes é um dos mais talentosos repórteres esportivos do Para. Mas desde a infância na Vila Izabel já despontava como um comunicador nato. E foi na companhia de amigos vizinhos que ele demonstrou interesse por rádio pirata. Tanto que aos 16 anos, na virada de 86 para 87 ingressou como auxiliar de estúdio e operador na extinta Guajará FM.
Entretanto foi na década de 90 que Dinho Menezes despontou. Foi de 1992 a 1994 que ele ficou na Antena 1. Já em 97 passou pela 100,9 FM. No ano seguinte foi pra a 101 FM e Antena 1( MACAPÁ).
Tony Santos , Sidney Araújo , Dinho Menezes, Laulito Miranda
e Carlos Gaia formaram a equipe de esporte da Rauland em 1999.
No final dos anos 90, o "Bola de Fogo" voltou para Belém, na 100,9 FM e no ano 2000 ingressou numa das melhores equipes de transmissão esportiva da época. Dividiam com ele os microfones da Rauland FM Valmir Rodrigues,, Laulito Miranda, Carlos Gaya, entre outros. Já em 2001, ele continuou em ascensão na Liberal AM, onde permaneceu até 2006. Neste período, Menezes acompanhou os principais momentos da história do Paysandu. Tanto destaque resultou em sua transferência para Rádio Clube. Ali se manteve no auge da carreira. Com a emoção passada por Dinho Menezes em cada narração ( show), o Lobo ainda vai ter muitos uivos transmitidos ao vivo.
Com Valmir Rodrigues, o Valmireco, outro grande talento do rádio.
Dinho Menerzes, Paulo Caxiado e Géo Araújo.